quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

ONDAS


O mar acolhe o rio.
O rio filho de amor por ele é abraçado.
O mar, o rio.
Ninguém mais identifica
Pelo sangue
Pelas palvras, mergulho
De cá pra lá. De lá.
Um gesto apoteótico no mundo...
Um filho, um pai.
Risonhos cambalhoteiam sobres os outros.
Tantos gestos azuis
Reis e reinados
Reis das diluídas sombras, fluem.
Coroas, cororas, flores e florestas.
Seu nome é lentidão _
Seu nome escorre _
E quieta o mar -
O rio fundo.
A tela do céu e azul.
Azuis de azuis.
Verdes mudando o branco.
O vento arqueja
Soprando acima e abaixo,
Pensamento, tempo, passando...
Animnais e restos, arfam rosas brancas.
Santos que olhamContemplam o sol morrer.
Santos e Santos
Deixam o mar escurecer.

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